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Ex- pároco de Mirassol, Mariano Callegari morre em São Marcos


Por http://pioneiro.clicrbs.com.br/

Ex- pároco de Mirassol, Mariano Callegari morre em São Marcos

Foto: Reprodução

Morreu em São Marcos-SP  aos 88 anos Mariano Callegari,  Ex-pároco da paroquia Nossa Senhora Aparecida de Mirassol D'Oeste. Natural de Farroupilha, o religioso residia  atualmente na Casa de Saúde Pe. Pedro Rizzon, em São Marcos.

Nascido na comunidade de Nossa Senhora de Monte Bérico, em Farroupilha, no dia 17 de abril de 1932, Mariano era filho de Isaco Callegari e de Júlia Mugnol Callegari, sendo o primogênito de nove irmãos. Aos 11 anos, ingressou no Seminário Nossa Senhora Aparecida de Caxias do Sul. Depois, estudou Filosofia e Teologia no seminário jesuíta de São Leopoldo. Os estudos foram concluídos  município de Viamão, no seminário Nossa Senhora Imaculada Conceição.

Caminho sacerdotal

Mariano foi ordenado sacerdote no dia 30 de novembro de 1958, na Catedral Diocesana de Caxias do Sul. Na sequência, foi nomeado auxiliar do padre Reinaldo Benini, na época designado na paróquia de Cambará do Sul. Pe. Mariano destacou-se, entre muitos trabalhos, pela sua atuação no Projeto Missionário Igrejas Irmãs, no Jardim Zaira, em Mauá (Diocese de Santo André / SP) e em Mirassol D’Oeste, no Mato Grosso. 

Como pároco, passou por Caxias do Sul, Nova Prata, Antônio Prado e nas paróquias de Três Forquilhas. Atuou também em Cambará do Sul durante nove anos e na Paróquia de Bom Jesus da Roça de Estância, em Mampituba, onde permaneceu por 12 anos. De lá também colaborou para a fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Torres e para a organização da Juventude Agrária Católica (JAC). 

O religioso também atuou em Nova Araçá, Jaquirana, Cazuza Ferreira, Rincão dos Kroeff, Arcoverde Carlos Barbosa e Marcorama/Garibaldi. Em 2013 passou a residir na Casa do Padre, Caxias do Sul, e desde 2018 residia na Casa de Saúde Pe. Pedro Rizzon. 

Despedida

O corpo do padre Mariano será velado no Santuário Diocesano de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha, e o sepultamento será no cemitério da comunidade Nossa Senhora de Monte Bérico. Conforme a Diocese de Caxias do Sul, em virtude das restrições impostas pela pandemia do coronavírus, a presença no velório e a participação na celebração de corpo presente será limitada.